Com a discussão sobre o uso do solo e o controle da construção de imóveis no Legislativo, após o desabamento do edifício Real Class, ocorrido dia 29 de janeiro, vários projetos que tratam da matéria começaram a ser incluídos na pauta. De autoria do vereador Mário Corrêa (PTB), os vereadores começaram a debater a proibição de se construir imóveis com mais de três andares nos arredores do Jardim Botânico da Amazônia – Bosque Rodrigues Alves.
A proibição atinge uma área de 300 metros para frente, fundo e laterais do bosque, segundo o autor, com a finalidade de evitar que construções muito elevadas acabem criando uma onda de calor, que afetaria o bom desenvolvimento da fauna e da flora do bosque.
Apesar de ter sido apresentado em 2008, o projeto sequer recebeu parecer técnico das comissões da Câmara Municipal de Belém (CMB), por isso, Corrêa o puxou para a pauta em acerto com o colégio de líderes. Várias emendas já foram apresentadas, mas a matéria está longe de encontrar convergência entre os vereadores. Muitos acham uma boa medida, mas alegam que é preciso uma discussão técnica para decidir sobre a matéria. “Há vereadores me pressionando para retirar a matéria da pauta. Tenho conhecimento que o Plano Diretor Urbano (PDU) entrou aqui na Casa, mas tem condições de votar o meu projeto e não vou retirar”, afirmou Corrêa. Leia mais no Diário do Pará
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