Na tarde de hoje (26), a Vale divulgou os resultados dos investimentos realizados no Pará no ano de 2010, que somaram a quantia de US$ 6,256 bilhões, um crescimento de 21% em relação aos US$ 5,169 bilhões investidos no ano anterior.
Entre os resultados divulgados pela empresa estão os investimentos socioambientais no Pará que, segundo a empresa, somaram US$ 189,6 milhões só no 4º trimestre de 2010, um aumento de 14% em relação aos US$ 166 milhões investidos em 2009.
A Vale terminou o ano com 36.717 empregados diretos no Pará, sendo 21.589 empregados próprios e terceiros e mais 15.128 empregados atuando em obras dos diversos projetos que a empresa mantém no estado.
Nos investimentos divulgados hoje pela empresa estão ações que envolvem reflorestamento, parceria com o poder público, biocombustível, siderurgia, pesquisa, controle da qualidade do ar e educação ambiental.
INVESTIMENTOS
Até dezembro de 2010, a empresa Vale Florestar havia plantado 35 milhões de árvores nos municípios de Paragominas, Ulianópolis, Dom Eliseu e Rondon do Pará, áreas que juntas somam o equivalente a mais de 31,6 mil campos de futebol (mais de 31,6 mil ha). Para chegar a este recorde no plantio, a Vale Florestar investiu até o momento R$ 301 milhões.
A Fundação Vale investiu aproximadamente R$ 15 milhões na elaboração de 51 projetos executivos nas áreas de infraestrutura e habitação para beneficiar onze municípios paraenses. Além de atuar na elaboração desses documentos, a Fundação trabalhou também com as prefeituras na articulação política junto ao Ministério das Cidades e à Caixa Econômica Federal, o que resultou na aprovação de 22 projetos até o momento. Os projetos aprovados envolvem mais de R$ 540 milhões de recursos captados junto ao Governo Federal, dos quais oito deles já estão em execução. É o caso da construção de 4.319 unidades habitacionais nas cidades de Abaetetuba, Barcarena, Paragominas, Canaã dos Carajás, Parauapebas e Marabá, financiadas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida e do projeto que prevê o abastecimento de água em Ourilândia do Norte, que vai beneficiar mais de 27 mil moradores da cidade.
Em 2010, o projeto BioVale concluiu o plantio de palma no pólo de Moju, onde irá funcionar, a partir do segundo semestre deste ano, a primeira planta extratora de óleo. A Vale vai produzir o óleo de palma, matéria-prima para obtenção de biodiesel, para alimentar sua frota de locomotivas, máquinas e equipamentos de grande porte nas operações no Brasil, que irão usar o combustível B20 (mistura de 20% de biodiesel e 80% de diesel comum). A BioVale será a maior produtora de óleo de palma das Américas e investirá cerca de US$ 500 milhões no empreendimento, que abrange uma área de cerca de 130 mil hectares.
Em Parauapebas, a Vale investiu R$ 500 mil na área de monitoramento da qualidade do ar. As estações da Mina de Ferro e Manganês de Carajás receberam equipamentos automáticos para monitoramento de gases (monóxido de carbono e oxido de nitrogênio). Além disso, houve adequação do sistema de comunicação e foram feitas melhorias no gerenciamento do sistema de aquisição de dados. A rede de monitoramento de poeira foi aumentada, passando de uma para cinco estações automáticas.
Em Ourilândia do Norte, Água Azul do Norte, Tucumã e São Félix do Xingu, a Vale investiu no último trimestre do ano mais de R$ 251 mil no programa Atitude Ambiental, que tem o objetivo de contribuir com a formação de cidadãos comprometidos com o meio ambiente e a educação ambiental. As atividades realizadas nestes municípios envolveram aproximadamente 230 professores e coordenadores de 16 escolas e cerca de mil alunos da municipal de ensino. O encerramento das atividades foi marcado pela conquista do prêmio ECO 2010, na categoria Sustentabilidade em Novos Projetos, promovido pela Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil). O investimento total feito pela Vale no programa foi de mais de R$ 1,2 milhão.
(DOL, com informações da Vale)
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