Confirmada mais uma morte por leptospirose no município de Santarém. Desta vez a vítima foi o policial militar Weider Viegas Viana, 35 anos. Esta é a quarta morte diagnosticada no local.
Quase um mês hospitalizado, Weider não apresentou melhoras e morreu por conta de uma parada cardiorrespiratória.
O enterro deve acontecer às 16h, desta terça-feira(8), no cemitério São João Batista.
Contaminação
Durante os temporais e inundações, a bactéria leptospira, presente na urina do rato, se espalha nas águas, invade as casas e pode contaminar, através da pele, os que entram em contato com áreas infectadas.
A contaminação no homem se dá através da pele - principalmente quando existe alguma lesão ou de mucosas. A longa permanência da pessoa na água favorece a penetração da bactéria pela pele limpa, sem ferimentos. Os locais, onde o contagio acontece, normalmente são beiras de córregos, galerias de esgoto e terrenos baldios.
Prevenção
As medidas se baseiam no controle dos roedores e em medidas para melhorar o meio ambiente - habitação protegida das águas da chuvas, saneamento básico e cuidados especiais com o lixo, principal alimento do rato.
Tratar esgotos e galerias por onde passa a água das chuvas, saneamento básico e cuidados especiais com o lixo.
Sintomas
A leptospirose tem inicio súbito. Os sintomas são parecidos com os da gripe. Dor de cabeça, dor muscular, febre alta, mal-estar. Normalmente, quando curada, a doença não deixa seqüelas.
Um sintoma capaz de diferenciar a leptospirose de outras doenças é a insuportável dor na batata da perna. Muitas vezes, o doente não agüenta ficar de pé.
Em alguns casos, o doente pode ter icterícia (cor amarelada da pele). A leptospirose também provoca alterações no volume e na cor da urina, que muitas vezes fica mais escura. (DOL)
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