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Conselheiro dá versão sobre rinha de galos

O conselheiro Daniel Lavareda, do Tribunal de Contas dos Municípios do Pará, enviou à redação do DIÁRIO nota com a sua versão sobre a notícia publicada na edição de ontem, sob o título “Daniel Lavareda/Conselheiro acusado de estar em rinha de galos”. Seg

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O conselheiro Daniel Lavareda, do Tribunal de Contas dos Municípios do Pará, enviou à redação do DIÁRIO nota com a sua versão sobre a notícia publicada na edição de ontem, sob o título “Daniel Lavareda/Conselheiro acusado de estar em rinha de galos”.

Segundo a nota, Daniel Lavareda afirma que estava em uma propriedade que faz fundos com o terreno em que supostamente funcionava uma rinha de galos. O conselheiro do TCM “explicou que foi convidado a participar da comemoração do aniversário de sua irmã, que aconteceu domingo passado em terreno que foi adquirido recentemente por seu irmão, na 1ª Rua, no bairro Rural, no Distrito Industrial, em Ananindeua. Ressaltou que, por ser uma aquisição recente, o terreno ainda não está totalmente murado na área que faz fundos com o terreno aonde se encontravam os galos”.

Ainda segundo a nota, “quando os policiais do Batalhão de Polícia Ambiental entraram no terreno objeto de denúncia anônima de suposto funcionamento de rinha de galos, acabaram por invadir o terreno de seu irmão aonde estava sendo realizada a festa de aniversário. Aos gritos e causando situação de pânico nos presentes, os policiais ordenaram que todos, inclusive crianças e senhoras idosas, se encostassem na parede como se fossem todos marginais”.

Lavareda ressalta que no momento em que os policiais do Batalhão de Polícia Ambiental entraram no terreno de seu irmão, era lá que ele se encontrava, em atividade de lazer com a família. “Nesse momento, sem saber exatamente o que estava acontecendo e o porquê da confusão, resolveu se identificar como conselheiro do TCM, simplesmente para fazer ver ao tenente Macedo, que comandava a operação, que se tratava de pessoa idônea e merecia, portanto, um esclarecimento sobre a situação, até porque as crianças estavam atemorizadas e sua mãe, de 70 anos de idade, estava passando mal”. Depois dos esclarecimentos, segundo a nota de Lavareda, o tenente liberou as pessoas que participavam do aniversário, ficando os proprietários dos terrenos com a obrigação de comparecerem à Delegacia do Meio Ambiente para prestar depoimento”.

A notícia do DIÁRIO se baseou nas informações dos policiais militares do Batalhão de Polícia Ambiental que encontraram o conselheiro do TCM entre apostadores da rinha de galos. (Diário do Pará)

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