Rogério Moraes, titular da Delegacia de Ordem Administrativa (DOA), afirmou na manhã de hoje (15) que as falhas no cálculo estrutural do edifício Real Class já eram sabidas pela polícia, mas este não é o único fator que levou ao desabamento do prédio.
Moraes, que preside o inquérito policial sobre o Real Class, declarou que as investigações já apontam as causas do desabamento. Para Moraes, o resultado do inquérito também pode responsabilizar os donos da empresa por homicídio culposo. O delegado espera o laudo do Centro de Perícias Científicas (CPC) Renato Chaves para começar a indiciar os responsáveis.
O CPC está fazendo testes de resistência no material recolhido desde ontem (14), dos escombros do prédio, e deve divulgar o laudo na primeira quinzena de abril. Rogério Moraes disse ainda que espera ser célere no processo “para não deixar essa sensação de impunidade”.
(DOL, com informações da Agência Pará)
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