Todas as celebrações da Semana Santa e Páscoa existem para renovarmos nossos compromissos e vivências cristãs. É essa a mensagem deixada pelo mineiro Dom Alberto Taveira Corrêa, 60 anos, arcebispo metropolitano de Belém, que completou no último dia 25 de março um ano no cargo. Dom Alberto trabalhou como pároco em várias paróquias de Belo Horizonte e por 11 anos trabalhou em seminários com a formação de sacerdotes.
Foi ainda professor na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, depois vigário episcopal, coordenador de pastoral em BH, e secretário executivo da Organização de Seminários dos Institutos Filosóficos e Teológicos do Brasil, além de presidente da Organização de Seminários Latino-Americanos. Depois foi para uma paróquia do interior mineiro, onde ficou por dois anos e meio. Em 1991 foi nomeado bispo auxiliar de Brasília, onde ficou até 1996, ano em que foi criada a arquidiocese de Palmas - e lá foi nomeado o primeiro arcebispo, permanecendo no Estado até 2010. A seguir o Dom Taveira fala ao DIÁRIO sobre a Páscoa e sobre projetos da Igreja em Belém.
P: O senhor foi o primeiro arcebispo de Palmas e agora está em Belém. Que experiências trouxe do Tocantins para cá?
R: As realidades são muito diferentes. Lá em Palmas fui o primeiro arcebispo e comecei praticamente do zero. Aqui nós temos quase 300 anos de diocese. Os desafios sociais aqui são outros. A capital de Palmas tem apenas 200 mil habitantes e aqui na região metropolitana de Belém temos quase 2,5 milhões de habitantes. Temos um ano na arquidiocese de Belém e acho que o balanço é muito mais positivo que negativo.
Leia a entrevista completa no Diário do Pará (Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar