Cerca de 200 mil estudantes deverão ficar sem aula nesta quarta-feira (11) em decorrência da paralisação dos trabalhadores em educação do Estado. Para tentar garantir a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) da categoria, aprovado no ano passado, os servidores participam hoje de uma marcha que sairá da Praça do Operário.
De acordo com o secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), Mateus Ferreira, há outras reivindicações além do PCCR. “Queremos a implantação da lei do piso salarial e a implantação do novo Plano Nacional de Educação”, aponta.
O plano que foi elaborado pelo governo está muito aquém da realidade da educação, hoje. Enquanto o governo prevê a destinação de apenas 7% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, acreditamos que deveria ser 10%”, defende Ferreira.
Segundo ele, a paralisação vai abranger todo o Estado do Pará. “A orientação é que os municípios que não puderem vir para a marcha, paralisem as atividades no interior”.
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FEDERAIS: Os trabalhadores do serviço público federal também vão paralisar as atividades hoje. Até a tarde de ontem (10), seis órgãos já haviam aderido à paralisação, representando cerca de 700 servidores na capital paraense.
2 mil servidores são esperados para a marcha de hoje dos Trabalhadores em Educação.
700 servidores federais devem paralisar na capital paraense.
QUEM PARA HOJE: Fundação Nacional de Saúde; Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac); Superintendência do Patrimônio da União (SPU); Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra); Ministério da Saúde (quem possui servidores trabalhando em Unidades de Saúde municipais e estaduais) e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). (Diário do Pará)
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