Com o anúncio feito ontem (16) da possível elevação no preço do botijão de gás de 13kg para cerca de R$ 45,00 (hoje os preços estão custando, em média, R$ 39,00), Belém passará a ser a capital do Norte com o valor mais caro do botijão de gás de cozinha. O reajuste será de aproximadamente 15%; a inflação nos últimos 12 meses está em torno de 6,50%.
Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) analisados pelo Dieese, hoje, entre as sete capitais da região Norte, a que vende o botijão de gás mais caro é Palmas, no Tocantins, com preço médio de R$ 44,82; seguida de Boa Vista, em Roraima, com preço médio de R$ 41,56; Rio Branco, no Acre, com R$ 41,45; e Macapá, no Amapá, com preço médio de R$ 40,81.
Hoje, segundo o Dieese/PA, quem ganha um salário mínimo e gasta cerca de R$ 39,00 no consumo mensal de um botijão de gás, tem um impacto de 7,15% por mês. Com o valor anunciado de R$ 45,00, este impacto será de 8,26% do salário mínimo mensal. O Dieese/PA adverte, também, que a tendência é de que restaurante e lanchonetes repassem esse reajuste para o preço dos seus produtos. (DOL, com informações do Dieese/PA)
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