Na manhã de hoje (20), o Banco do Estado do Pará (Banpará) entregou, o primeiro lote de documentos ao Ministério Público Estadual (MPE), exigidos judicialmente na investigação do esquema de fraude no setor de pessoal da Assembleia Legislativa do Pará.
A quebra de sigilo bancário do órgão foi determinada no dia 28 de abril, pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda da Capital, Elder Lisboa da Costa. Com isso, o Banpará terá que fornecer todas as movimentações em conta corrente da folha de pagamento da AL, do período de janeiro de 1994 até os dias atuais, o equivalente a mais de 16 mil documentos.
Segundo a assessoria de imprensa do MPE, o Banpará deve entregar, a partir de hoje, um lote de documentos todas as sextas-feiras, até que toda a documentação exigida judicialmente esteja em poder do Ministério Público.
ENTENDA O CASO
O Ministério Público Estadual investiga uma série de fraudes no setor pessoal da AL. O esquema envolveria a contratação de funcionários fantasmas e o uso de atos secretos para aumentar salários com gratificações ilegais, além de contratos irregulares com estagiários.
A estimativa inicial era de que as fraudes provocavam um rombo mensal de R$ 1 milhão, mas os promotores admitem que hoje não é mais possível estimar esse valor.
(DOL, com informações do Diário do Pará)
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