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Sespa abre novo serviço de hemodiálise

O serviço de hemodiálise do Hospital Santo Antonio Maria Zaccaria, em Bragança, começa a funcionar no dia 13 de junho. Com dez máquinas disponíveis, o novo serviço começa atendendo a oito pacientes renais crônicos que atualmente fazem hemodiálise em c

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O serviço de hemodiálise do Hospital Santo Antonio Maria Zaccaria, em Bragança, começa a funcionar no dia 13 de junho. Com dez máquinas disponíveis, o novo serviço começa atendendo a oito pacientes renais crônicos que atualmente fazem hemodiálise em clínicas na Região Metropolitana de Belém. Ontem, os pacientes e familiares receberam orientações sobre a mudança, num encontro com a equipe técnica do hospital de Bragança e a coordenadora da Câmara Técnica de Nefrologia e secretária adjunta de Saúde, Rosemary Góes, acompanhado pela Associação de Renais Crônicos e Transplantados do Pará. O encontro aconteceu no Hospital de Clínicas Gaspar Vianna.

O hospital de Bragança irá atender aos renais crônicos de Bragança e dos municípios vizinhos, na abrangência da 4ª Regional de Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

Segundo Rosemary Góes, a Sespa encontrou “a situação da saúde muito grave, como o caso das máquinas de hemodiálise paradas há quatro anos, havendo 280 pacientes esperando na fila por uma máquina”. Até a semana passada, 44 pacientes estavam internados no HC, porque não havia máquinas disponíveis. “Na verdade, houve um retrocesso nos últimos quatro anos e nós estamos reativando o Plano Estadual de Nefrologia”, afirmou.

Rosemary informou que, numa medida emergencial, a Sespa contratou serviços do Centro de Hemodiálise de Belém (CHB), que já está atendendo a 30 pacientes renais crônicos que estavam internados no HC. Ela também anunciou ampliações. Dentro de três meses, devem entrar em funcionamento a Unidade Satélite de Hemodiálise do HC, na Praça Batista Campos, no antigo ambulatório da Polícia Militar, com 34 máquinas, e o Serviço da Fundação Santa Casa, com dez máquinas para atendimento pediátrico.

No início da atual gestão, o Pará dispunha de 272 máquinas, para atender 1.522 pacientes renais crônicos, por meio de 16 serviços instalados nos municípios de Altamira, Ananindeua, Belém, Castanhal, Marabá, Santarém, Redenção e Marituba. A necessidade é de 484 máquinas e 36 serviços.

A secretária adjunta da Sespa também lembrou que além dos serviços em implantação, já houve expansão de máquinas de 12 para 19 no Hospital Regional de Redenção, de sete para 19 no Hospital Regional de Altamira, e de 12 para 27 no Hospital Regional de Santarém. Em curto prazo, também estão previstas mais 20 máquinas em Ananindeua, totalizando 108 máquinas. “O próximo passo é trabalhar a prevenção da doença renal crônica e ampliar os serviços de transplantes de rim no Estado”, declarou.

Ela anunciou ainda que a proposta do governo é reservar um pavimento inteiro do Hospital Ophir Loyola só para transplantes. Leia mais no Diário do Pará.

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