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A temperatura sobe e os preços das bebidas também

A proximidade do mês de julho, das férias e das altas temperaturas já vem aumentando consideravelmente o consumo de líquidos por parte dos paraenses. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pa) ouviu vários comerciant

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A proximidade do mês de julho, das férias e das altas temperaturas já vem aumentando consideravelmente o consumo de líquidos por parte dos paraenses. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pa) ouviu vários comerciantes, fixos e ambulantes, para verificar a média de preços das bebidas mais procuradas nessa época de intenso calor.

Os custos dos sucos naturais, da água mineral, da água de coco e até dos refrigerantes continuam muito altos. Nos supermercados da capital, os refrigerantes em lata de 350ml (tradicional/light/diet) estão sendo comercializados entre R$ 1,08 e R$ 1,34, dependendo da marca e do local de compra. Em bares, restaurantes e na venda por ambulantes, a lata é vendida de R$ 2,50 a R$ 3,00, em toda área da Grande Belém.

Rica em vitaminas e queridinha das pessoas que cultivam hábitos saudáveis, a água de coco circula hoje pelas praças e eqüinas da cidade com preço em torno de R$ 2,50 a R$ 3,00, deixando um lucro liquido para os comerciantes de quase 100% em cada unidade vendida.

Os saborosos sucos de frutas também têm alta procura na temporada de calor, mas os preços não estão nada adocicados. Com o preço das principais frutas em alta, os sucos também estão mais caros, variando de R$ 1,50 a R$ 4,00 dependendo do local de venda e da fruta utilizada. Segundo pesquisas semanais do Dieese/Pa, os valores sobrem juntamente com a elevação da temperatura.

Nos últimos 12 meses, as principais frutas regionais tiveram aumento de preços expressivos. De janeiro a maio deste ano, o maior reajuste no preço incidiu sobre o mamão, que teve crescimento de 93,41%, e hoje pode ser encontrado, em média, a R$ 1,76. Mas frutas como manga rosa, laranja-pera, melão amarelo, melancia, maracujá e banana prata também ficaram mais caras. A Inflação calculada para os primeiros cinco meses de 2011 ficou em 3,49%.

Nas feiras e supermercados, a tangerina sofreu o maior reajuste, com crescimento de 32,48%, seguida pelo maracujá, com alta de 21,21%; do abacate, com 16,47%; da laranja-pera, com 15,48; e da manga rosa, com 14,19%. Outras delícias refrescantes como a sapotilha, a melancia e o abacaxi também registram preços mais altos. Com relação às frutas da terra, o preço por quilo do cupuaçu está custando, em média, R$ 3,35, da graviola está a R$ 4,12 e do Bacuri a R$ 3,57.

Até o preço da água mineral vai pesar nos bolsos neste verão. O copinho de 200ml está custando entre R$ 0,32 e R$ 0,35, nos supermercados. A garrafinha de 300ml varia de R$ 0,42 a R$ 0,50 a unidade. Em bares e restaurantes a água dobra de preço, passando para R$ 0,50 a R$ 1,00, o copinho, e R$ 1 a R$ 1,50, a garrafinha de 300ml. No geral, ambulantes têm vendido o liquido a R$ 1, a garrafinha. (DOL, com informações do Dieese/Pa)

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