“Pela poesia 24 horas por dia”, “Sou cristão, não homofóbico” e “Viva Xingu, não à Belo Monte”, diziam os cartazes de alguns manifestantes da Marcha da Liberdade, que aconteceu ontem (19) em Belém como parte de uma manifestação nacional a favor da liberdade e pela criação de um fórum permanente para a discussão do tema em seus mais diversos aspectos - do indivíduo ao coletivo.
Os participantes saíram da praça Waldemar Henrique, por volta das 16h, em direção à praça da República. Segundo Samir Raoni, ativista sociocultural, a marcha “agrega diversos movimentos que sozinhos não teriam força ou apoio para expor suas ideias”.
Samir diz ainda que, “ao contrário do que foi dito, a marcha não é essencialmente pela legalização ou liberação da maconha, e sim pela liberdade de discutir, inclusive, essas temática sem marginalizar quem propõe esse debate”, esclareceu.
EXPRESSÃO
A cantora Aíla Magalhães também participou da passeata. Para ela, a importância desse evento é “chamar atenção da sociedade para a liberdade, que é cada vez menos evidente”. Aíla segurava o cartaz com os dizeres “Liberdade de Expressão”. “É realmente pela liberdade de expressar a sua opinião, seja ela qual for”, justificou a cantora. (Diário do Pará)
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