Bragança se mantém entre os lugares paraenses mais procurados pelos que aproveitam as férias do mês de julho. A cidade, que completou 398 anos no último dia 8, ainda mantém parte da arquitetura histórica, o que por si só já é atrativo suficiente para visitantes. No entanto, além do casario colonial, Bragança esbanja riquezas nativas como a praia de Ajuruteua, a ilha do Canela, campos naturais e uma infinidade de igarapés.
Localizada no nordeste do Pará, a 210 quilômetros de Belém, Bragança alia a animação costumeira das férias de verão ao bucolismo típico das cidades de interior. Mas um passeio pelo centro até a orla do rio Caeté é suficiente para destacar sua diferença da grande maioria das cidades do nordeste do Estado. A Praça das Bandeiras e a Praça da Matriz, que são vizinhas, e seu entorno, compõem duas quadras de considerável beleza arquitetônica. Lá está localizado o Instituto Santa Teresinha, a Catedral de Nossa Senhora do Rosário, o Palácio Episcopal, o Banco do Brasil e algumas residências cujas fachadas guardam traços de épocas passadas. A Praça Antônio Pereira, onde fica o Palacete Augusto Corrêa, sede oficial da prefeitura, impressiona pelo pavilhão Antônio Lemos, coreto com 100 anos de existência, bem como pelas casas antigas que ainda restam ao redor. A orla do Caeté, onde está localizado o Largo de São Benedito, é o principal cartão-postal de Bragança. Além de dispor do casario colonial mais representativo da cidade, conta com a Igreja de São Benedito, construída no século XVIII.
>> Leia mais sobre o município de Bragança na matéria do Diário do Pará
PARA IR - ACESSO
Chega-se a Bragança, partindo de Belém, pela BR-316, até Capanema, e de lá pela PA-242.
A Empresa Boa Esperança faz viagens diárias de hora em hora, com saídas do Terminal de Belém.
(Diário do Pará)
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