Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon) do Estado do Pará, o Hospital Ophir Loyola (HOL) desenvolve atualmente, um Programa de Atenção Integrada no Serviço de Quimioterapia, para garantir o bem estar dos pacientes e contribuir para o melhor enfrentamento da doença. Segundo Patrícia Martins, psicóloga do serviço de quimioterapia do HOL, o programa tem o objetivo de prestar assistência integral e interdisciplinar ao paciente e familiares durante o tratamento quimioterápico, por meio de ações educativas, preventivas, psicossociais e terapêuticas, auxiliando na adesão ao tratamento e na promoção da qualidade de vida.
A Divisão de Quimioterapia tem um fluxo de atendimento diário intenso, realiza mais de 2900 sessões de quimioterapia por mês. A maioria dos pacientes em tratamento quimioterápico no Ophir Loyola é oriunda do interior do Estado e de Estados como Maranhão, Amapá e Piauí. Além disso, possuem baixo-nível socioeconômico e cultural, estão expostos a uma série de situações estressantes relacionadas à doença e ao tratamento.
Maria Ivanilda Balieiro, 43 anos, é moradora do município de Breves, localizado na Ilha do Marajó, e está em tratamento contra um câncer de útero. “Aqui na Quimio, a psicóloga explica tudo sobre o tratamento. A equipe faz relaxamento com a gente e nos ajuda a fazer o tratamento direitinho”, afirma.
O Programa fornece informações e esclarecimentos sobre o tratamento, e desenvolve atividades de musicoterapia, artesanato, dança, teatro, promovendo a troca de experiências e o bem-estar biopsicossocial de pacientes e acompanhantes. Mensalmente, o Hospital atende cerca 17 mil usuários de todos os 144 municípios paraenses e deoutros Estados. A nova gestão do Ophir Loyola está implantando diversos planos de ação que ampliarão a excelência no atendimento ao usuário. (Agência Pará)
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