Depois de alguns meses de queda no mês de junho deste ano, a alimentação básica dos paraenses voltou a subir de preço e fechou o 1ª semestre deste ano com alta de cerca de 3%, embora vários produtos da cesta básica tenham tido reajustes, neste mesmo período, bem acima desta media.
De acordo com pesquisas do Dieese/PA, ao longo dos últimos 17 anos da vigência do plano real (Jul/94-Jun/11), a alimentação básica dos paraenses teve elevação expressiva de preços.
Desde a implantação do plano, em julho de 1994, até hoje, a alimentação do trabalhador paraense já foi reajustada em 269,55%. Entretanto neste mesmo período, alguns itens da cesta básica tiveram aumentos bem superiores a esta média, como é o caso da farinha de mandioca, com um reajuste de preço acumulado de 551,22%, seguida do tomate, com alta de 395,71%, da carne bovina, com 321,27% e da banana, com alta 303,30%.
Segundo as análises, outros produtos da cesta também tiveram reajustes expressivos neste mesmo período, são eles: leite com reajuste de preço 266,67%, seguido do pão com 252,78%, açúcar com 203,23%; manteiga com 215,40%, do óleo de cozinha com 162,39%, do feijão com reajuste de 139,09%, do café com 71,84% e o arroz com reajuste de preço acumulado de 69,05%. As informações são do Dieese. (DOL)
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