Para o delegado da Divisão de Polícia Administrativa (DPA), Roberto Chada, as investigações sobre a identidade dos possíveis assassinos do vigilante Joelson Ramos, encontrado morto e esquartejado em um quarto de motel, poderiam ter sido agilizadas se o motel tivesse cumprido os procedimentos administrativos obrigatórios.
Segundo ele, os funcionários da Pousada Colonial não anotaram o nome e o RG das pessoas que entraram no motel com Joelson, verificando apenas a idade dos clientes. “Já identificamos que não foi anotado o nome das pessoas que estiveram no motel. Se a mulher tivesse sido identificada, isso ajudaria na investigação do crime”.
Na última terça-feira, foi publicada no Diário Oficial do Estado uma portaria que prevê a instauração de um Processo Administrativo Apuratório que investigará se o estabelecimento teve responsabilidade administrativa sobre o ocorrido. O processo deve ficar pronto no prazo de 30 dias a contar da data da publicação.
(Diário do Pará)
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