A empresa Connor Construtora Ltda., com sede em Porto Nacional (TO), que estava construindo uma ponte clandestina no rio Itacaiúnas, em Marabá, foi multada em R$ 2,1 milhões, porque o projeto vinha sendo tocado sem nenhum licenciamento ambiental. Além disso, a empresa não pagou qualquer outro tipo de imposto ao município pela obra vultosa.
A informação foi repassada pelo chefe de Fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), Antônio Karth, que responde interinamente pela secretaria.
Segundo Karth, a obra foi paralisada por força de um Termo de Embargo Total lavrado pela Secretaria. Ele explicou que, primeiro, a Semma foi provocada pelo Ministério Público Estadual a respeito da construção da ponte de forma clandestina. Uma equipe da Semma foi até o local, onde emitiu notificação solicitando diversos documentos, entre os quais a licença ambiental. Como não foi apresentada a documentação dentro do prazo de um dia útil, a multa teve de ser aplicada.
Segundo informações coletadas no local da construção (à altura do Km 7 da rodovia Transamazônica, sentido Marabá-Itupiranga), a ponte estava sendo feita em concreto armado com 10 vãos, projetada para ter 260 metros de comprimento e 12 metros de largura, com o objetivo de ligar dois condomínios que serão construídos no local.
Segundo Antônio Karth, as autoridades ainda não foram informadas sobre o nome dos condomínios ou os donos desses empreendimentos, que pagaram caro pelas áreas dentro da fazenda Volta Grande. Leia mais no Diário do Pará.
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