A promotora de justiça de Curralinho, Marilúcia Santos Sales, entregou hoje à Justiça a manifestação do Ministério Público sobre o pedido da Defensoria Pública para que seja colocada em liberdade provisória ou prisão domiciliar, à jovem Waldenilza Sabrina Silva Vilhena, presa por causar lesões corporais graves a uma adolescente de 16 anos no município.
O parecer da promotoria foi no sentido da concessão da prisão domiciliar a Waldenilza Vilhena, para que a amamentação da criança não sofra interrupção.
Além da necessidade de garantir a alimentação adequada da criança, a manifestação da promotoria também levou em consideração um termo de informação encaminhado pelo conselho tutelar de Curralinho, na sexta-feira, 5, comprovando que a acusada não tinha parentes no município e que a família do pai da criança alegou não ter condições psicológicas para cuidar do bebê.
A Justiça deverá agora decidir se acata o pedido.
A PRISÃO
A jovem foi presa acusada de lesão corporal grave, após ter agredido com uma adolescente de 16 anos durante uma briga, ferindo a vítima em várias partes do corpo. O motivo da briga seria por causa do ex-marido de Waldenilza Vilhena. Após ser detida por policiais, foi levada para a delegacia, onde passou a noite amamentando seu bebê, uma criança de 10 meses.
Segundo consta do termo de declarações da mãe, esta teria sido presa por volta das 23h30 e conduzida por um policial para a delegacia, onde permaneceu algemada por 8h em uma sala, não tendo, em nenhum momento, sido levada para a carceragem da cadeia. (MPE)
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