O juiz José Roberto Pinheiro Maia Bezerra Júnior, da Justiça Militar do Estado, continua hoje a interrogar os demais policias envolvidos na morte do soldado José da Silva Cruz, ocorrida no dia 15/10/2008, na cidade de Inhangapi, distante pouco mais de 100 km de Belém.
O policial Cruz morreu de parada cardiorrespiratória após treinamento ministrado e supervisionado pelos oito policiais que agora respondem por lesões corporais e homicídio doloso. A pena prevista para esse tipo de crime é de 12 a 30 anos de reclusão em regime inicial fechado além de exclusão das fileiras da corporação.
Conforme a denúncia recebida em março deste ano, pela Justiça Militar, são acusados de participação o major Simão Salim Junior; capitão Antonio Vicente da Silva Neto; capitão Kleverton Antunes Firmino Gomes; capitão Adilson Tavares de Aquino; 1º Tenente Misael de Jesus Vulcão de Andrade; soldado Cleber João Gaia Santos; subtenente Carlos Eugenio Santana Ferreira e 3º sargento Marcelo Domingues de Figueiredo.
Todos respondem por lesões e homicídio doloso, enquanto o major Salim foi acusado também de conduta omissiva. Estiveram presentes à audiência realizada ontem, na sede da Justiça Militar, além do juiz presidente do processo, o promotor de justiça militar, Arnaldo Brasil e os advogados Amparo Monteiro da Paixão e Helio Pessoa, que atuam em defesa dos acusados. Amparo da Paixão, que promove a defesa de três deles, informou que os policias não sabem informar como ocorreu a morte do soldado.
Ela explicou que o PM era um dos alunos de uma turma de cerca de 50, e que o exercício, do Cabo Submerso, não era obrigatório. (Diário do Pará, com informações da Ascom do TJPA)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar