Até a próxima sexta-feira (2), a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) vai reunir com as maternidades conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) para definir meios de evitar que os hospitais recusem atendimentos a gestantes. O objetivo também será estabelecer que, durante o pré-natal, a grávida já saiba para qual hospital deve se dirigir no momento do parto.
O secretário estadual de Saúde, Hélio Franco, reuniu-se ontem com representantes dos estabelecimentos de saúde para ouvir quais os principais problemas nesse atendimento. “As maternidades confirmaram que têm dificuldades, principalmente à noite e nos finais de semana”, disse Franco. Entre os problemas, está a escassez de anestesistas nos hospitais. “Existe uma quantidade pequena de anestesistas por conta dos valores pagos pelo SUS. Vamos fazer o possível dentro dos limites financeiros e orçamentários para que todas as maternidades possam atender com dignidade e competência todos os casos”.
A previsão é que na primeira semana de setembro já exista uma definição de como será a participação de cada uma para que todas possam atender 100% dos casos. “Hoje essas maternidades estão atendendo 50% do previsto no contrato com o município de Belém. Queremos ajudar no sentido de que possam atender 100% ”. Leia mais no Diário do Pará.
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