“Estou muito emocionado em ver a felicidade de cada um aqui. Eu não tenho palavras pra agradecer por essa programação especial, que está sendo realizada aqui no Bosque, para nós, portadores de necessidades especiais”. Foram com essas palavras que o vice-presidente da Associação de Paralisia Cerebral do Pará (APCP), Carlos Amilcar, agradeceu a todos pela oportunidade de uma programação animada e diferente.
A programação especial realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), aconteceu na manhã deste sábado (03), no Bosque Rodrigues Alves Jardim Zoobotânico da Amazônia, onde recebeu cerca de 30 pessoas, entre cadeirantes, com e mobilidade reduzida e seus responsáveis.
As atividades foram programadas pensando em oferecer oportunidade de entretenimento e conhecimento para portadores de necessidades especiais, além de mostrar a importância da inclusão social. “Nós queremos que todos possam chegar aqui e aproveitar essa beleza que é o Bosque. Então, essa é a primeira de muitas trilhas inclusivas que serão realizadas aqui”, afirma Paulo Porto, diretor do Bosque Rodrigues Alves.
Entre as atividades que foram realizadas, estão às trilhas monitoradas, onde os participantes puderam conhecer um pouco da história do Jardim Zoobotânico, de sua fauna, flora e monumentos históricos; a contação de histórias com a pedagoga Fátima Lopes, que também tem mobilidade reduzida. Ela fez uma readaptação das lendas amazônicas para mostrar a acessibilidade. Os visitantes participaram, ainda, de uma oficina de reciclagem para confeccionar ‘muiraquitã’, com garrafas pet; de pintura livre; plantio de mudas, entre outras.
“Eu já tinha vindo aqui no Bosque, mas não conhecia muitos lugares aqui dentro e nem sabia se sua história. Eu gostei muito de particpar dessa programação”, afirma Michele Roberta da Silva, que completa dizendo que, "entre as atividades que participei a que mais chamou minha atenção foi a pintura livre.
A programação especial ‘Trilha Inclusiva’ pretende atender, em três meses, 80 pessoas entre cadeirantes e com mobilidade reduzida da Associação de Paralisia Cerebral do Pará (APCP). Outras pessoas que quiserem participar, basta procurar a diretoria do Bosque Rodrigues Alves. (Ascom Semma)
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