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Pescado teve recuo no preço em agosto

Se a opção foi o consumo de pescado no mês de agosto, o paraense acertou na dieta e também na economia. O produto apresentou recuo de preço pela quinta vez mas ainda está caro no balanço dos últimos doze meses. O Dieese (Departamento Intersindical de Est

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Se a opção foi o consumo de pescado no mês de agosto, o paraense acertou na dieta e também na economia. O produto apresentou recuo de preço pela quinta vez mas ainda está caro no balanço dos últimos doze meses.

O Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), pesquisou 38 tipos de pescado mais consumidos pela população paraense, além dos preços médios do camarão regional e do caranguejo.

Em agosto, as maiores quedas de preços foram observadas na corvina com queda de preço de 21,00%; seguida da traira com queda de 17,03%; do tambaqui com queda de 14,69%; da pratiqueira com queda de 10,33%; do peixe pedra com queda de 7,45%; do aracu com queda de 6,54%; da arraia com queda de 5,19%; da sarda com queda de 4,87%; do cação com queda de 4,16% e a pescada gó com queda de preço no mês de 2,87%.

No mês, alguns tipos de pescado voltaram a apresentar crescimento de preços, os destaques foram: tainha com alta de 15,41%; seguida do peixe serra com alta de 14,86%; da piramutaba com alta de 12,21%; do bagre com alta de 12,11%; do tucunaré com alta de 8,57%; da dourada com alta de 6,82% e a pescada amarela com alta de preço no período de 4,48%.

Janeiro a Agosto
Nos últimos seis meses, as quedas de preços mais significativas foram verificados nos seguintes tipos de pescados: mapará com queda de 26,09%; seguida da pratiqueira com queda de 25,81%; da tainha com queda de 20,02%; do xaréu com queda de 18,78%; do peixe serra com queda de 17,56%; da pescada gó com queda de 17,38%; da arraia com queda 16,57%; da sarda com queda de 11,27%; do cação com queda de 8,83%; da traira com queda de 8,03% e a pescada branca com queda de preço no período de 5,32%.

Ainda de acordo com as pesquisas do Dieese, no mesmo período) alguns tipos de pescado continuaram com preços em alta, os destaques foram: tamuatá com crescimento de 21,81%; seguido da piramutaba com alta de 19,41%; do tucunaré com alta de 18,94%; do filhote com alta de 13,67%; do tambaqui com alta de 8,73%; da pescada amarela com alta de 6,36% e a dourada com alta de preço de 4,84%. A inflação estimada para o mesmo período está girando em torno de 4%.(DOL)

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