Ele teve importante papel na eleição de Jarbas Vasconcelos para a presidência da Ordem dos Advogados do Brasil no Pará (OAB-PA), mas hoje, depois de se licenciar do conselho da entidade (decisão tomada por outros 20 conselheiros entre titulares e suplentes) em razão de discordar dos rumos que o presidente empreendeu no cargo, misturando seus interesses pessoais com os da classe dos advogados, Ismael Moraes se transformou em crítico voraz de Vasconcelos, defendendo a saída dele do comando da diretoria.
Em entrevista ao DIÁRIO, o advogado Ismael Moraes afirma que o conselho que restou, após a saída dos conselheiros, não teria condições morais de julgar nenhum advogado por ter na diretoria dois membros (o próprio Vasconcelos e o secretário-geral, Alberto Campos Junior) e outro no conselho (Robério D’Oliveira), que têm “participação direta nos graves crimes cometidos contra a OAB”. Moraes diz que as irregularidades continuam “soltas” na OAB: “até nepotismo escancarado, com a contratação da irmã de uma conselheira muito ligada ao presidente como funcionária da OAB”. Leia a entrevista no Diário do Pará.
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