Mães com crianças de colo têm atendimento prioritário por lei em todas as repartições públicas e empresas que oferecem serviços públicos (como agências bancárias e Correios). A lei ainda estabelece multas para os bancos que obrigarem seus clientes a esperar mais de 15 minutos pelo atendimento. No entanto, sob sol quente, em pé na calçada, Ana Carolina Montalvão e o filho de nove meses aguardam há cerca de 40 minutos pela abertura dos portões da Caixa Econômica Federal, na avenida Presidente Vargas, em Belém.
Com a greve dos bancários, iniciada no último dia 27, a agência não teve expediente. O acesso foi negado até aos caixas eletrônicos, localizados na entrada do prédio. Salvo os adesivos espalhados pelas paredes, não havia avisos ou funcionários à vista para esclarecer quaisquer dúvidas. Só restou então o desespero à dona de casa de 20 anos. “Preciso entrar nesse banco. Meu filho tem leucemia e vou comprar o remédio dele com o dinheiro do Bolsa Família”, conta. O medicamento da criança, que faz tratamento no Hospital Ophir Loyola, não foi distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) este mês. “Só quero que me digam pra onde ir, o que fazer”, suplicou a jovem. Leia mais no Diário do Pará.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar