Apesar de já ocuparem o território amazônico há mais tempo, os primeiros registros das comunidades negras no Pará são do século XIX e o primeiro terreiro do qual se tem documentação em Belém é o terreiro da Mãe Doca, localizado então no bairro do Guamá. Maranhense, ela migrou para o Pará durante o auge da economia da borracha e trouxe o primeiro tambor de mina. Por desafetos familiares o local deixou de existir, mas deixou um legado que se espalhou por todo o Estado, alcançando mais de 1.300 terreiros no Pará.
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