O Ministério Público do Estado (MPE) representado pelo Promotor de Justiça Samuel Furtado Sobral atuou ontem (6), no município de Alenquer, no julgamento popular de Francisco Campelo de Oliveira Filho, conhecido como “Monstro de Alenquer”. O acusado foi condenado a 131 anos e seis meses de reclusão por assassinar a própria família. O crime ocorreu em 2008. Francisco Camelo foi denunciado também por destruição e ocultação de cadáveres.
O acusado adicionou veneno em uma caldeirada. O alimento foi servido durante o jantar ao pai Francisco Rodrigues de Oliveira, 57 anos, à madrasta Lucidalva de Sousa Lira, 27 anos, à irmã da madrasta Maria Leonilda de Sousa Rodrigues, 17 anos e aos irmãos Felipe Lira da Silva com oito anos e Lucilene Lira de Oliveira de 7 meses.
Após a confirmação das mortes, Francisco Campelo carregou os corpos até o fundo da fazenda onde moravam as vítimas e as jogou em um buraco, utilizado para queimar carvão. Em seguida, os corpos foram cobertos com pedaços de madeira e ateado fogo. A intenção do acusado era o de ficar com os bens móveis e imóveis do pai.
Na época quem ofereceu a denúncia foi o promotor de justiça Danyllo Pompeu Colares, que se encontra atualmente na promotoria criminal de Marabá. (MPE)
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