O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA) divulgou a trajetória do preço do pescado comercializado na Grande Belém no mês de setembro e nos últimos 12 meses, em dez mercados municipais. Foram pesquisados os 38 tipos de pescados mais consumidos pela população paraense.
Segundo a pesquisa, o preço voltou a apresentar recuos no mês de setembro e também nos nove primeiros meses de 2011, entretanto ainda continua com preços elevados no balanço dos últimos 12 meses.
No mês de setembro, as maiores quedas de preços foram observadas nos seguintes tipos de pescado: curimatã, com queda de 28,87%; xareu, com 14,07%; tambaqui, com 12,80%; tamuatá, com 12,26%; piramutaba, com 11,71%; filhote, com 9,89%; arraia, com 8,22%; dourada, com 6,97%; cação, com 5,84%; tucunaré, com 4,67%; e trairá, com 4,25%.
Também no mês de setembro, alguns tipos de pescado apresentaram crescimento de preços, os destaques foram: pratiqueira, com alta de 21,52%, seguida do bagre, com 10,00%; sarda, com 9,22%; tainha, com 7,74%; corvina, com 5,49%; pescada gó, com 4,98%; e peixe serra, com 3,31%.
Segundo as pesquisas, de janeiro a setembro deste ano, as quedas mais significativas de preços foram verificadas nos seguintes tipos de pescados: xareu, com queda de 30,20%; seguido do mapará, com 24,59%; arraia, com 23,43%; surubim, com 21,10%; peixe serra, com 14,82%; cação, com 14,16%; tainha, com 13,83%; pescada gó, com 13,26%; trairá, com 11,93%; pratiqueira, com 9,84%; pescada branca, com 7,24%; e tambaqui com 5,20%.
No mesmo período, alguns tipos de pescados continuaram com preços em alta, os destaques foram: tucunaré, com crescimento de 13,39%; seguido do tamuatá, com 6,88%; e piramutaba, com 5,43%.
Já nos últimos 12 meses, a grande maioria do pescado comercializado nos mercados municipais ainda continua com preços elevados.
Os maiores reajustes foram verificados no bagre, com alta de 46,67%; sarda, com 26,60%; piramutaba, com 25,69%; dourada, com 18,38%; tucunaré, com 13,95%; mapará, com 12,61%; corvina, com 12,44%; filhote, com 12,43%; pratiqueira, com 12,25%; traíra, com 12,15%; pescada amarela, com 10,12%; pescada branca, com 9,79%; tamuatá, com 9,68%; curimatá, com 7,09%; gurijuba, com 6,44%; e pescada gó, com 4,79%. A Inflação estimada para o mesmo período está girando em torno de 7,30%.
No mesmo período poucos tipos de pescado apresentaram quedas de preços, os mais expressivos foram: xaréu, com 10,44%; seguido do tambaqui, com 6,39%; e cação, com 4,08%. (DOL, com informações do Dieese/PA)
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