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IPC aponta inflação de 0,51% em Belém em setembro

A inflação na Região Metropolitana de Belém (RMB) ficou em 0,51% em setembro deste ano. É o que aponta o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), elaborado e calculado mensalmente pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp

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A inflação na Região Metropolitana de Belém (RMB) ficou em 0,51% em setembro deste ano. É o que aponta o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), elaborado e calculado mensalmente pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), com o objetivo de mensurar as variações de preços dos bens e serviços que compõem o orçamento familiar. O cálculo do IPC considera o intervalo de rendimento entre um e oito salários mínimos.

Houve queda no IPC em setembro em relação a agosto, quando o índice ficou em 0,97%. No comparativo com setembro do ano passado, o Idesp registrou alta, já que naquele mês o IPC foi de 0,18%. Segundo o boletim divulgado nesta sexta-feira (14), os grupos de despesa que mais contribuíram para o resultado foram vestuário (com variação de 2,86%); móveise equipamento domésticos (1,89%); educação, leitura e papelaria (1,86%); alimentação e bebidas (1,29%);e habitação (0,9%).

No grupo vestuário, os maiores aumentos foram detectados nos itens roupas femininas (5,68%), roupas masculinas (3,95%), roupas de criança (1,91%), e calçados femininos (6,3%) e masculinos (2,45%). Em móveis e equipamentos domésticos se sobressaíram consertos de eletrônicos (40,12%), colchão (19,37%), sala de jantar (15,46%), mesa e cadeira (15,23%), cômoda (13,37%), rede (6,61%) e roupas de cama, mesa e banho (3,67%).

Os livros escolares (11,13%), revistas (8,33%) e uniforme escolar (3,77%) foram os responsáveis pela alta no grupo educação, leitura e papelaria. No quesito alimentação e bebidas, o aumento dos preços das carnes frescas e vísceras – músculo de boi (7,7%), carne moída (7,5%), fígado de boi (3,23%) – acima da inflação gerou variação positiva também nos substitutos do produto, como frango abatido (4,69%), frango congelado (4,59%) e pescada amarela (15,92%).

No grupo habitação, a alta foi influenciada pelos itens condomínio (2,36%), material de pintura em geral (13,1%), material hidráulico (4,58%), material elétrico em geral (4,32%), ferragens (1,37%) e aluguel (0,31%).

O levantamento constatou ainda que alguns itens de despesa tiveram queda em setembro, entre eles transporte(-0,66%), que no mês anterior tivera o maior índice positivo (3,46%). Outros resultados negativos ficaram com os grupos saúde e cuidados pessoais (1%), despesas e serviços pessoais (2,9%)e comunicação (3,29%).

Em setembro deste ano, o trabalhador que mora na RMB teve que gastar 37,57% do salário mínimo de R$ 545 para adquirir os produtos que compõem a cesta básica, a qual custou R$ 204,76 – uma variação de 0,21% em relação a agosto. (Agência Pará)

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