A operação foi desencadeada na quinta-feira (13), após investigações que duraram 30 dias. O trabalho foi da Polícia Civil do Estado, através do Departamento de Polícia do Interior (DPI). Em Itaituba, só na primeira fase da “Operação Paraguai”, sob a coordenação do delegado José Dias Bezerra, foram apreendidas cerca de 7 mil mídias piratas, além de 11 dispositivos eletrônicos de reprodução de cópias das mídias; cartuchos e frascos de tinta para impressora, além de vários CDs e DVD’s virgens e um notebook. “Nosso intuito é combater a produção e o comércio dessas mídias piratas. Não queremos combater somente os vendedores de rua, mas as pessoas que comandam e que produzem as mídias. Estamos contando com o apoio da Justiça e deveremos dar prosseguimento à operação, que encerrou hoje a sua primeira fase”, resumiu o delegado José Dias Bezerra.
Em cumprimento a 10 mandados de busca e apreensão, uma equipe com cerca de 10 policiais civis, percorreu vários pontos de venda das mídias piratas, além de locais apontados como centros de produção do material. “Nós ainda não estamos efetuando prisões. Precisamos de materialidade, e isso nós já estamos reunindo. Já temos equipamentos, muitas mídias piratas e outros materiais que, com certeza, servem para reforçar a relação de provas. Em uma próxima fase, iremos executar as prisões, em conformidade com o que determinar a Justiça ao tomar conhecimento do que já temos em mãos”, disse o delegado Edinaldo Sousa, superintendente da Polícia Civil do Tapajós. (DOL com informações do Diário do Pará)
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