Além do mês de março, em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, o mês de outubro também se tornou importante para o sexo feminino com a criação do movimento popular conhecido, internacionalmente, como “Outubro Rosa”.
Existente há 10 anos e com início nos Estados Unidos, o movimento tem a intenção de alertar sobre os riscos e a necessidade de prevenção do câncer de mama. No Brasil, a empreitada é coordenada pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama).
A RBA, preocupada com a qualidade de vida de suas funcionárias, aderiu ao movimento. E para orientá-las sobre a doença, realizará amanhã (19), às 17h, no auditório da empresa, um bate-papo com o médico Luiz Eduardo Werneck de Carvalho, especialista em oncologia.
“Aderimos a essa causa pela sua importância. No nosso quadro funcional, são quase 350 mulheres, além das esposas dos nossos funcionários. Eles também poderão participar e repassar as informações para elas”, disse Luanne Reis, analista de Marketing da RBA.
O “Outubro Rosa” remete a cor do laço que simboliza a luta contra o câncer de mama. Ele foi criado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990.
Para sensibilizar a população, inicialmente as cidades se enfeitavam com laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de moda com sobreviventes de câncer de mama, partidas de boliche, entre outros.
A ação de iluminar monumentos, prédios públicos, pontes, teatros, surgiu posteriormente. Essa foi uma forma prática de expandir a ideia que poderia ser facilmente replicada em qualquer lugar. A iluminação assumiu um importante papel, pois se tornou uma leitura visual compreendida no mundo todo. (DOL)
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