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Professores avaliam nova proposta amanhã

Uma data. Foi em torno dessa definição que girou a reunião de conciliação dos professores do Pará com o governo do Estado, na 1ª Vara Cível de Belém, na tarde de ontem. Diante da proposta do governo que se comprometia em integralizar o piso de R$1.187 em

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Uma data. Foi em torno dessa definição que girou a reunião de conciliação dos professores do Pará com o governo do Estado, na 1ª Vara Cível de Belém, na tarde de ontem. Diante da proposta do governo que se comprometia em integralizar o piso de R$1.187 em até 24 meses, representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública no Pará (Sintepp) se mostraram descontentes, mas só se manifestarão após a votação da proposta em assembleia. Enquanto a reunião não acontece, a greve continua.

Segundo a coordenadora geral do Sintepp, Conceição Holanda, a proposta apresentada pelo governo do Estado durante a reunião não agrada a categoria, que já aguarda pelo cumprimento da lei desde 2008. “Não dá para esperar dois anos. A lei foi aprovada em 2008 então o governo teve tempo de se adequar”, acredita. “O Estado reconhece o piso como direito, mas afirma não ter dinheiro. O que queremos definir é quando o Estado será obrigado a pagar”.

Em contrapartida, a secretária de estado de Administração, Alice Viana, afirma que o Estado não tem condições de pagar a totalidade do piso em um prazo anterior ao proposto. “Não temos condições financeiras para pagar mais nenhum valor agora”, disse. “Se o Ministério da Educação (MEC) pagar a complementação que já foi solicitada faremos o pagamento imediato, mas, se o MEC não pagar, precisamos de um prazo de, no máximo 24 meses, a partir de janeiro de 2012 para integralizar isso”.

Foi sob esse impasse que o Juiz da 1ª Vara Cível de Belém, Elder Lisboa, mediou a conciliação que durou cerca de duas horas. Durante grande parte do encontro, as colocações se mantiveram praticamente as mesmas apresentadas no início da greve, há 26 dias. Do lado do governo, a todo o momento os representantes da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e da Sead afirmavam não ter dinheiro para cumprir a Lei do Piso. Já o Sintepp exigia o seu pagamento integral. Leia mais no Diário do Pará.


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