Existem hoje no Brasil cerca de 2,5 mil instituições de nível superior no Brasil. Dessas, 1.960 são faculdades isoladas, que possuem cursos em uma ou duas áreas do conhecimento; e integradas, que têm cursos nas três áreas, sendo 33 apenas no Pará. Com o objetivo de debater o ensino superior no país e regionalizar a discussão sobre funcionamento, regulação e supervisão dessas instituições no país, está sendo realizado desde ontem em Belém o 5° Encontro Nacional da Associação Brasileira das Mantenedoras das Faculdades Isoladas e Integradas (Abrafi), na Escola de Governo. O encontro encerra hoje.
Luís Fernando Massonetto, professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação, participou ontem do evento palestrando sobre “Regulação e Supervisão da Educação Superior”.
A secretaria existe desde maio deste ano e foi criada no bojo da reformulação do Ministério da Educação. “Antes, os assuntos afetos da nossa Pasta eram afetos à Secretaria de Educação Superior. Agora o trabalho foi dividido e está sendo possível um olhar mais atento às instituições de ensino superior priorizando os marcos regulatórios para acompanhar o crescimento do setor”, disse.
Segundo ele, a secretaria defende os regulados quanto à expansão do ensino superior no que se refere a vagas e cursos, que precisa ser feita com qualidade.
ABRAFI
A Abrafi surgiu para defender e postular legitimamente os interesses das faculdades isoladas, integradas e os institutos superiores, “uma vez que até então esse segmento encontrava-se em desvantagem e sem defesa legítima junto aos órgãos do poder público responsáveis pelo segmento”, diz Jorge de Jesus Bernardo, presidente da Abrafi e do Sindicato das Instituições Mantenedoras do Ensino Superior de Goiás e da Associação Nacional, com sede em Brasília. (Diário do Pará)
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