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Pará quer título de área livre de aftosa

O Estado do Pará iniciou ontem pelas regiões sul e sudeste, já elevadas ao status de área livre com vacinação, a segunda etapa da campanha de erradicação da febre aftosa, desenvolvida em todo o Brasil pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimen

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O Estado do Pará iniciou ontem pelas regiões sul e sudeste, já elevadas ao status de área livre com vacinação, a segunda etapa da campanha de erradicação da febre aftosa, desenvolvida em todo o Brasil pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Na região Norte do Brasil, essa etapa começou em outubro por três Estados - Roraima, Rondônia e Amapá, que, juntos, abrigam um rebanho de 12,8 milhões de cabeças, entre búfalos e bovinos.

Nas regiões sul e sudeste do Pará, a vacinação do rebanho se estenderá até o dia 30 de novembro, de acordo com informação prestada ontem pelo diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adepará), Mário Moreira. No período de 14 de novembro a 14 de dezembro, a vacinação contra febre aftosa será realizada simultaneamente no nordeste paraense e no Baixo Amazonas, áreas consideradas ainda de médio risco de contaminação. A mesma classificação é atribuída ao Marajó.

Nas regiões sul, sudeste, nordeste e oeste (Baixo Amazonas) do Pará, a vacinação é feita anualmente em duas etapas. A primeira delas foi realizada em maio deste ano e a segunda está começando agora. A exceção é o Marajó. No arquipélago, por motivos climáticos que impedem a vacinação no pasto em outros períodos do ano, a campanha ocorre anualmente em etapa única. Em 2011, ela se realizou entre 15 de agosto e 30 de setembro.

De acordo com Mário Moreira, a Adepará fixou como meta a ser alcançada o piso de 98% de cobertura vacinal em todo o Estado, já que o governo pleiteia o status de área livre de febre aftosa, o que abriria incondicionalmente as portas de todos os mercados do mundo à carne produzida no Pará. Para quem imagina tratar-se de uma meta ambiciosa demais, o diretor geral da Adepará lembra que ela foi superada na primeira etapa da vacinação.

Ele observou que, como o Pará ainda conta com áreas classificadas como de risco (médio) de contaminação, o alcance da meta - e se possível a sua superação - ganha ainda maior importância para o afastamento de riscos. Leia mais no Diário do Pará.




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