Servidores do Hospital do Pronto Socorro Municipal do Guamá e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) estão paralisados desde as 7h desta quarta-feira (16), em Belém. O ato público, que está acontecendo em frente ao HPSM do Guamá, terá duração de 12 horas.
“Outras unidades de saúde, como as da Sacramenta e da Marambaia disseram que vão aderir ao nosso movimento”, disse Ricardo Chagas, da Associação dos Servidores do SAMU.
A paralisação é por conta do não pagamento do adicional noturno, incidência do triênio, ticket alimentação e péssimas condições de trabalho.
“Esperamos que a secretária Sílvia Santos entre em contato conosco ainda hoje para tentarmos uma negociação”, comentou Ricardo Chagas.
Entretanto, a categoria garante que os 30% dos serviços de urgência e emergência do hospital, obrigatórios por lei, estão funcionando normalmente. Somente os casos ambulatoriais e marcação de consultas estão suspensos.
O ato público também chama atenção para a obra inacabada na fachada e na recepção do posto, que completa um ano. Como forma de protesto, os servidores cantarão parabéns e servirão um bolo de aniversário.
Caso não seja feito nenhum acordo, na próxima terça-feira (22) será realizada outra paralisação, desta vez, na sede do SAMU, na avenida Castelo Branco, entre as ruas Antônio Barreto e Domingos Marreiros.
“Vamos ter uma assembleia nesse dia para decidirmos se entraremos ou não em greve”, comentou Ricardo Chagas.
A Secretaria Municipal de Saúde disse à reportagem do DOL que está averiguando o caso e que divulgará nota explicando o posicionamento da Sesma. (DOL)
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