plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 31°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Batalha contra o inimigo silencioso

Só de ver a expressão do médico com o número, 348mg/dl, Ângela Costa percebeu que algo estava errado. Na época a funcionária pública tinha apenas 36 anos e ainda lutava contra uma hepatite que a deixou debilitada por meses. E foi justamente quando ela sup

twitter Google News

Só de ver a expressão do médico com o número, 348mg/dl, Ângela Costa percebeu que algo estava errado. Na época a funcionária pública tinha apenas 36 anos e ainda lutava contra uma hepatite que a deixou debilitada por meses. E foi justamente quando ela superou a doença que outra enfermidade silenciosa foi descoberta: a diabetes.

“Na época eu consumia muito doce e acho que isso influenciou. Minha mãe e pai também eram diabéticos e eu sempre ouvi falar na doença desde criança”, conta. Passado o susto inicial, Ângela deu início ao tratamento. Mas devido a supostos efeitos colaterais, ela conta que as regras não foram seguidas como deveriam. A consequência foi a perda parcial da visão esquerda e problemas também na audição. Desesperada, ela voltou ao médico e recomeçou os procedimentos terapêuticos. Afinal, vendo seu corpo perder a luta contra a diabetes ela lembrou imediatamente do que aconteceu com a mãe. “Ela entrou em coma porque a glicose tinha passado de 600mg/dl. Sei que preciso me cuidar para que não aconteça o mesmo”, afirmou.

Segundo a Federação Internacional de Diabetes, o número de pessoas portadores do mal deve passar de 366 milhões, este ano, para 552 milhões até 2030, caso nenhuma medida urgente seja tomada. Isto significa quase três novos casos a cada dez segundos ou quase dez milhões ao ano. Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde aponta crescimento de 10% das mortes provocadas por diabetes no país, entre 1996 e 2007. Agora, ela já é a terceira doença causa de mortalidade dos brasileiros, atrás de doenças cerebrovasculares e do coração.

Tratamento sugere mudança de vida

Felipe Vasco, endocrinologista, explica que a glicose, erroneamente associada apenas ao açúcar, não é sozinha uma vilã. “A glicose é essencial para o funcionamento do nosso corpo. É ela que dá energia às células e nos mantém vivo. Mas para que ela cumpra seu papel deve estar em quantidade equilibrada”, explica. O excesso da substância no sangue faz com que o corpo desidrate, fique fatigado e a visão, embaçada.

Com o tempo a situação se agrava e pode resultar em diversas complicações, sendo as mais comuns, cegueira, Acidente Vascular Cerebral (AVC), amputação de membros e até mesmo coma, cita o médico. >>Leia mais no Diário do Pará

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!