As frentes a favor da divisão promoveram ontem uma celebração ecumênica, em Belém. Em uma tenda montada na Praça do Livro, no bairro de São Brás, católicos e evangélicos se reuniram em vigília para marcar o final da campanha nas ruas.
“Viemos aqui para mostrar para a sociedade que a nossa campanha é de paz. Existe um sentimento de hostilidade dos dois lados”, diz o pároco Auricelio Paulino, da paróquia Santo Antônio de Pádua, na cidade de Belterra (oeste do Estado).
Na opinião do padre, a data escolhida para encerrar a campanha indicava um presságio: dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do município de Santarém, futura capital do Tapajós, se o Estado vier a ser criado.
“Não estou escolhendo uma causa política, estou escolhendo o lado da vida, da justiça social. Existem pessoas passando por necessidade, que são excluídas. Acredito que a criação de novas estados vai oferecer uma solução direta para esses problemas. É uma causa abençoada”, define.
O pastor José Raimundo Sardinha, da Igreja Deus e Cristo, envolveu-se com a causa da emancipação há três anos durante seu trabalho missionário. “Trabalhei em Belterra, Santarém. Vi de perto as dificuldades dessas localidades. Eu fui convencido de que deveríamos mudar, tentar dividir o Estado para multiplicar os recursos destinados para essas regiões. Não há mais como ignorar o clamor da população que está abandonada”, afirma. Leia mais no Diário do Pará.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar