Durante todo o dia não se viu as grandes filas das eleições anteriores em Oriximiná, e mesmo com toda essa calmaria, os mesários acreditavam que os eleitores compareceriam á tarde. Mas essa realidade não mudou o número de ausentes foi grandioso.
Foi quase em vão todo o aparato montado pela 38ª Zona Eleitoral de Oriximiná que contou com 49 policiais militares, quatro viaturas, duas motos, policiais civis e vinte e dois soldados do Exército que vieram da cidade de Itaituba para dar mais segurança em Oriximiná.
O chefe do cartório eleitoral, Alexandre Alves, enfatizou que tudo ocorreu dentro da normalidade e sem grandes problemas. “Foi uma eleição tranqüila sem problemas”, limitou-se a dizer. Ele também explicou que poucas urnas apresentaram defeitos, mas que logo foram substituídas e que esses problemas quando causaram transtornos. Sobre o grande número de eleitor que não compareceu ás urnas, Alexandre disse que ainda não tem um dado preciso, mas lamenta por que todos os esforços foram feitos pelo cartório para evitar que o eleitor deixasse de ir. “Infelizmente essas pessoas não se sabem valorizar o direito de cidadania que elas tem”, disse.
Para o juiz eleitoral, Francisco Jorge Gemaque Coimbra, o eleitor de Oriximiná não procurou saber o valor que teve o plebiscito, portanto, não sabe valorizar o seu voto. “É lamentável que esses eleitores não dimensionam a importância desse plebiscito, comparecendo para votar”, disse o juiz. Ele também elogiou a postura daqueles que compareceram as urnas, dizendo que souberam exercer o direito de votar, sem cometer crimes eleitoraL. (DOL, com informações do repórter Manoel Almada/ Oriximiná)
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