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Sespa orienta sobre doenças respiratórias

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), por meio do Departamento de Vigilância Epidemiológica, já disponibiliza desde o início desta semana, a segunda versão do protocolo clínico de tratamento para a Síndrome Gripal (SG) e a Síndrome Respiratória

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A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), por meio do Departamento de Vigilância Epidemiológica, já disponibiliza desde o início desta semana, a segunda versão do protocolo clínico de tratamento para a Síndrome Gripal (SG) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O documento tem como objetivo orientar a conduta dos profissionais de saúde diante dos casos das síndromes durante o período sazonal de Influenza (vírus da gripe) em 2012.

Lançado pelo Ministério da Saúde, o protocolo define os casos de gripes, as características clínicas de Influenza, o manejo e o tratamento em pacientes que tiverem casos confirmados. No Pará, na época de pandemia foram notificados 1.386 casos de síndrome respiratória aguda grave, destes 558 foram de gripe A (H1N1). Em 2010, foram notificadas 816 ocorrências de SRAG, sendo 293 confirmadas para A (H1N1). Já neste ano, apenas 39 casos foram notificados sem nenhuma ocorrência de gripe A (H1N1) no Estado. Houve uma redução dos números de casos da Influenza A (H1N1) em decorrência das campanhas de vacinação lançadas para combater o vírus da doença em todo o País.

O novo protocolo estabelece que no indivíduo com manifestações clínicas compatíveis com síndrome respiratória aguda grave, deve-se realizar avaliação clínica minuciosa. Está indicada internação para pacientes que apresentarem complicações como: sinais e sintomas de insuficiência respiratória, evolução para outras disfunções orgânicas (ex: insuficiência renal aguda, insuficiência hepática, disfunção neurológica).

Os profissionais de saúde devem coletar amostras de material biológico dos pacientes com síndrome respiratória aguda grave com internação hospitalar para identificação viral até sete dias do início dos sintomas.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a fase pós-pandêmica foi definida em agosto de 2010, mas o vírus da Influenza pandêmica da gripe A (H1N1), de 2009, continua a circular com diferente intensidade em vários países, passando a ser considerado como mais um vírus de circulação sazonal.

Em 2010, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou a imunização de grupos considerados prioritários como trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas, sendo que no Brasil a vacinação foi ampliada para outros três grupos, sendo crianças de seis meses a menos de dois anos de idade e adultos saudáveis de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos de idade. Neste ano, a campanha foi direcionada a toda população indígena, aos idosos, crianças com idade entre seis meses e dois anos, gestantes e profissionais de saúde.

A Síndrome Gripal (SG) é uma doença comum principalmente no período chuvoso. Os sintomas são tosse, vômito, fadiga, fraqueza e febre. Se além destes sintomas ocorrer falta de ar e persistência da febre, a pessoa pode estar com a síndrome respiratória aguda grave. Segundo a diretora do Departamento de Vigilância Epidemiologia da Sespa, Ana Lúcia Ferreira. (Agência Pará)

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