Matéria publicada no DIÁRIO DO PARÁ, dia 22 de dezembro último, informou que, segundo a assessoria de comunicação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) uma operação conjunta da Polícia Federal, Incra e do Ibama descobriu extração ilegal de madeira no assentamento Abril Vermelho, no município de Santa Bárbara do Pará. Dois dias antes, foram apreendidos tratores, motosserras e um caminhão. Dois assentados foram detidos, mas acabaram liberados.
A equipe voltou ao local no dia 22 e verificou que a atividade continuava. Foram apreendidas mais máquinas e um assentado foi preso por desacato à autoridade. A Polícia Federal abriu inquérito para apurar o caso. O assentamento tem 6.803 hectares e foi criado em novembro de 2009.
CARTA
Por outro lado, através de carta enviada à redação, a Associação dos Trabalhadores de Agricultura Familiar – Astraf 3, que vivem há cerca de oito anos na área do assentamento Abril Vermelho, diz que o Governo Federal desapropriou a terra e imitiu a posse do terreno ao Incra em 2009 mas, devido “lentidão burocrática do Instituto, os assentados realizaram o corte da terra em partes iguais, distribuindo os lotes às 360 famílias através de sorteio, respeitando as áreas de reservas e patrimônio”.
Também foi decidido na Assembleia Geral dos Trabalhadores, que “as culturas agrícolas, como paricá, pupunha, açaí, cupuaçu e dendê, seriam mantidas pelas famílias contempladas nos respectivos lotes”.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar