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Cesta básica paraense entre as mais caras do país

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/AP) pesquisou a alimentação básica em 17 capitais do país e verificou que Belém está entre as seis mais caras de 2011. Em dezembro do ano passado, a alimentação básica dos para

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O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/AP) pesquisou a alimentação básica em 17 capitais do país e verificou que Belém está entre as seis mais caras de 2011.

Em dezembro do ano passado, a alimentação básica dos paraenses voltou a apresentar alta de preços em relação ao mês de novembro. A cesta composta de 12 produtos custou no mês passado R$ 243,75, com uma elevação de 0,38% em relação ao mês de novembro, quando a mesma custou R$ 242,82.

Os produtos que compõe a cesta básica dos paraenses tiveram variações positivas de preços, os principais foram: feijão, com reajuste de 7,27%; seguido da carne bovina, com 3,86%; do arroz, com 2,82%; da manteiga, com 2,08%; da farinha de mandioca, com 1,39%; e do café, com 1,13%.

No mês dezembro, alguns produtos apresentaram quedas de preços, os principais foram: tomate, com 6,57%; óleo de cozinha, com 0,98%; e banana, com 0,81%.

Segundo o Dieese/PA, em dezembro, o custo da cesta básica para uma família padrão, composta de dois adultos e duas crianças, ficou em R$ 731,25, sendo necessários, portanto, cerca de 1,34 salários mínimos para garantir as mínimas necessidades com alimentação.

Para comprar os 12 itens básicos, o trabalhador paraense comprometeu cerca de 48,61% do salário mínimo que vigorou até dezembro (R$ 545,00), e teve que trabalhar 98 horas e 24 minutos das 220 horas previstas em lei.

A maioria dos produtos da cesta teve reajustes de preços, os mais expressivos foram: tomate, com 45,98%; seguido da manteiga, com 26,74%; do café, com 14,75%; do leite, com 12,12%; do açúcar, com 7,69%; do óleo de cozinha, com 5,21%; da carne bovina, com 3,64%; e da farinha de mandioca, com 2,82%.

Ainda de acordo com as pesquisas, também em 2011, poucos produtos da cesta apresentaram recuos de preços, são eles: feijão, com 15,31%; e arroz, com 2,01%.

No mês de dezembro do ano passado, das 17 capitais pesquisadas, São Paulo foi a que apresentou o maior valor da alimentação básica, com R$ 277,27; seguida de Porto Alegre, com R$ 276,86; e Vitória, com R$ 275,39. (DOL, com informações do Dieese/PA)

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