A edição de 112 páginas do DIÁRIO publicada da última quinta-feira, em comemoração ao aniversário de Belém, marcou o início dos trabalhos da mais nova torre de impressão da moderna rotativa americana Manugraph DGM 430, adquirida pelo jornal no ano passado. É a sexta expansão da rotativa, que permitirá a impressão de cadernos com até 24 páginas, dois cadernos de 12 páginas e até três cadernos de oito, full color (todo em cores).
“A capacidade de impressão do jornal cresceu em 20% e ganharemos mais agilidade e capacidade de impressão, colocando o jornal ainda mais cedo na rua, além de reduzir os custos de encadernação”, destaca Camilo Centeno, diretor geral da RBA. Toda a edição de aniversário do jornal foi rodada em apenas quatro horas no moderno parque gráfico localizado na Gaspar Viana.
A rotativa é modular e foi comprada em 2002, com apenas duas torres - e em apenas 10 anos a máquina teve a sua capacidade operacional triplicada, graças ao crescimento do jornal, que hoje chega em todos os 144 municípios paraenses.
A cada expansão a rotativa fica mais moderna. A fábrica nos Estados Unidos vai se aperfeiçoando muito rapidamente e a cada expansão feita são incorporadas inovações. Junto com a torre, o DIÁRIO também adquiriu um moderno sistema de tinteiros eletrônico, que permite o perfeito controle das cores impressas no jornal - que deve ser instalada ainda no mês de setembro.
Os tinteiros trazem consigo um moderno sistema de câmeras que fazem o controle automático dos registros. “A qualidade da impressão será totalmente controlada por computador em alta velocidade, corrigindo qualquer impressão que porventura ocorra, alimentando o sistema com as informações corretas. Isso reduzirá drasticamente a intervenção do olho do impressor, já que a máquina se ajusta automaticamente. Haverá uma grande redução de perda de papel na gráfica, aumentando nossa contribuição para a sustentabilidade”, detalha Maurício Silva Pinto, gerente industrial do jornal.
Além de atender à demanda reprimida de tiragem exigida pelo mercado, a expansão busca principalmente atender às exigências do público leitor do jornal. Jader Filho, diretor-presidente do DIÁRIO, explica que em muitos dias da semana o DIÁRIO simplesmente some das bancas e pontos de venda, dada a sua grande procura. “Isso mostra que há mercado para crescimento e não podemos ficar limitados pela capacidade de produção da rotativa. Por isso estamos expandindo sempre”, diz.
O DIÁRIO cresceu e sempre buscou se aperfeiçoar nesses 29 anos de existência, com reformulações gráficas e editoriais, sempre mantendo o foco do compromisso com o leitor. “O DIÁRIO é hoje um dos jornais mais avançados tecnologicamente do país em seu segmento. Aumentamos o número de páginas, criamos novos cadernos e colunas e investimos em tecnologia para nos mantermos no topo, sem deixar de ser uma publicação de qualidade e conteúdo”, ressalta Jader Filho.(Diário do Pará)
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