O Ministério Público Federal (MPF) convocou reuniões esta semana com empresas acusadas de promover cursos de graduação de maneira irregular ou de veicularem propaganda enganosa dos cursos que realizam.
O objetivo foi avaliar as providências tomadas pelas instituições depois que a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão recomendou, no final do ano passado, que as irregularidades fossem corrigidas. Os dados apresentados pelo Instituto de Educação Superior e Serviço Social do Brasil (Iessb), Faculdade de Educação Superior do Pará (Faespa), antigo Instituto Ômega, e Faculdade Teológica do Pará (Fatep) serão avaliados. Se o MPF considerar insuficientes as providências tomadas pelas empresas, o caso pode ir à Justiça.
Os alunos prejudicados que tiverem interesse em aproveitar o tempo de estudo podem buscar informações junto ao Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado do Pará. O sindicato pode orientar os alunos de forma individual. O contato com o sindicato pode ser pelo fone (091) 3223-2571 ou na travessa Dom Romualdo de Seixas, 1618, bairro do Umarizal, em Belém. (Diário do Pará)
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