A segunda escola de samba a entrar na avenida foi a “Rosa da Terra Firme”, A escola contou a história do brasileiro Guilherme Paraense, que nasceu em Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó, e conquistou o primeiro ouro olímpico para o Brasil, na Bélgica. A escola levou muito brilho e carros alegóricos representando a tocha olímpica para a avenida.
Para garantir um carnaval seguro para os brincantes das escolas de samba e os foliões que vieram prestigiar o Carnaval 2012, uma superestrutura foi montada.
A equipe da Secretaria de Saúde (Sesma) e SAMU estão realizando atendimento de primeiros socorros e, quando há necessidade, os casos são encaminhados aos hospitais da rede municipal de saúde.
Segundo Iracema Portela, enfermeira responsável pelos atendimentos na primeira noite de evento, os principais casos são de mal estar por conta do calor ou ingestão de bebida alcoólica. “Aconselhamos que os brincantes fizessem uma alimentação saudável antes de desfilar, bebam bastante líquido e, se possível, evitem o consumo de bebida alcoólica”, diz.
O SAMU está com uma ambulância de apoio na Aldeia Amazônica e mais três unidades móveis de atendimento de sobreaviso caso haja necessidade. O médico José Marcelino falou que até o início do segundo desfile somente três casos foram atendidos no ambulatório montado na Aldeia. “O caso de maior gravidade foi a de uma foliã que ficou muito nervosa durante o desfile da sua escola. Ela teve uma queda de pressão e foi encaminhada ao PSM da 14 de Março para ficar em observação”, conclui. (DOL, com informações Prefeitura de Belém)
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