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Movimento em postos de saúde e PSMs foi tranquilo

A procura por atendimento médico nas principais unidades de saúde de Belém foi considerada tranquila no final de semana do Carnaval. De acordo com os funcionários, as principais queixas eram febre, vômito e dor de cabeça. No centro de Saúde da Pedreira,

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A procura por atendimento médico nas principais unidades de saúde de Belém foi considerada tranquila no final de semana do Carnaval. De acordo com os funcionários, as principais queixas eram febre, vômito e dor de cabeça.

No centro de Saúde da Pedreira, uma equipe de sete funcionários, incluindo um médico e uma enfermeira, garantiu o atendimento de quem procurava a unidade, mas o movimento de pessoas era muito pequeno. “Aqui o atendimento é normal, 24 horas, mas apenas urgência clínica. Casos de trauma são encaminhados para o PS da 14 de Março, mas pouca gente tem aparecido”, explicou a enfermeira de plantão, Fernanda Silva.

Mais movimentado, o Pronto-Socorro do Guamá registrava um fluxo de procura semelhante aos de dias normais. Atendimentos de urgência, emergência e cirurgias estavam sendo garantidos, segundo a funcionária Rosimar Duarte que recebia os pacientes no portão. “Estávamos preparados para uma demanda maior, mas Graças a Deus, tudo está tranquilo até agora”, disse.

Calmaria também no PSM Mário Pinotti, na 14 de Março. Na manhã de ontem, poucas pessoas eram encontradas aguardando atendimento na recepção do hospital que em dias comuns chega a registrar a entrada de 20 a 30 pacientes, mas que na noite de sexta feira não chegou a 10.

De acordo com a funcionária que atendia na entrada do prédio, o atendimento estava normal e toda a equipe escalada para o trabalho estava no local. Mesmo assim alguns pacientes queixavam-se sobre a demora no atendimento. “Chegamos aqui às sete horas e já vai dar meio-dia e até agora nada de atendimento. Estou com suspeita de apendicite, preciso fazer uma ultrassonografia e nada de o médico responsável aparecer”, reclamava a auxiliar de produção, Dayziane Pereira Monteiro.

O vigia Raimundo Carlos Monteiro Batista também não estava satisfeito. Ele criticava a forma de atendimento.”Fui encaminhado de Icoaraci para chegar aqui e me dizerem que o oftalmologista só vai chegar às 16h. E se eu estivesse morrendo?”, indagou.

RESPOSTA
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) informou que o atendimento de oftalmologia no pronto-socorro da 14 de Março funciona em regime de sobreaviso. “O paciente Raimundo Carlos Monteiro Batista foi avaliado por um clínico e não foi classificado como grave. Uma consulta com um oftalmologista foi agendada para as 16h deste domingo [ontem], mas o paciente evadiu-se do hospital não querendo aguardar o atendimento”, diz a nota enviada.

Sobre o atendimento à Dayziane Pereira Monteiro, a Sesma esclareceu que ela foi avaliada pelos médicos e a demora no atendimento é procedimento considerado normal já que pelo menos seis horas de jejum são obrigatórias para a realização do exame de diagnóstico da apendicite.

Ainda segundo a Sesma, Dayziane realizou o exame ao meio-dia e não quis aguardar a avaliação clínica do resultado, deixando o hospital com os exames em mãos. (Diário do Pará)

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