O prazo legal de 30 dias para a conclusão do inquérito que apura a suposta comercialização de lotes na ocupação “Newton Miranda”, em Outeiro, encerrou e o delegado Vanildo Mendes, titular da Delegacia de Ordem Social da Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE), pediu à Justiça prorrogação do prazo, por mais 30 dias, para concluir a investigação. O promotor Carlos Stilianidi, da 1ª vara criminal de Icoaraci, deu parecer favorável ao pedido
Até o momento Vanildo Alves indiciou apenas três pessoas por estelionato: Maria do Socorro Teles Alexandrino, seu filho, José Marcelo Alexandrino da Silva, e o companheiro, Mário Moura da Silva. Socorro apareceu em matérias jornalísticas feitas pela TV Liberal e jornais Amazônia e O Liberal, das Organizações Rômulo Maiorana, veiculadas em janeiro, comercializando lotes da ocupação -mas sendo identificada como Francisca Amorim, uma das lideranças da ocupação. Na edição do dia 29 de janeiro as matérias não representavam a realidade dos fatos e visavam prejudicar Francisca Amorim, líder do movimento. Maria do Socorro confessou ao DIÁRIO que foi induzida ao erro pela equipe de reportagem da TV Liberal - com o objetivo de prejudicar Francisca Amorim.
“Nem Francisca nem qualquer outra liderança da área foi indiciada pelo delegado e nem será. Isso fortalece a nossa tese de perseguição por parte do Grupo ORM por conta da ação de reintegração de posse movida pela Delta Publicidade, cujos sócios também são proprietários do grupo de comunicação que inventou todas aquelas reportagens contra a minha cliente, que até o momento foi ouvida apenas como testemunha no processo criminal”, afirma o advogado Augusto Carvalho. Leia mais no Diário do Pará. (Diário do Pará)
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