Graças ao decreto do governo do Estado, que proibiu a saída de pescado do Pará, o tradicional almoço da Semana Santa está garantido para os paraenses. Serão instalados ainda, pela Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará (Sepaq), 20 pontos de venda do pescado e derivados para o consumidor de Belém, Mosqueiro e Outeiro; oito pontos em Ananindeua e em mais de 20 municípios pelo interior do Estado.
As Feiras do Peixe Pra Valer (congelado, peixe vivo, caranguejo e ostra) vão ser realizadas amanhã e quinta-feira. Só na capital, serão 20 pontos de venda de pescado, sendo que em 19 haverá a venda de peixe popular; em cinco, peixe vivo; em dois, caranguejo e em outros dois, ostra. Alguns pontos estratégicos, como o Centur e o Entroncamento, irão ofertar todos os produtos.
O consumidor paraense poderá contar, ainda, no Centur e na Universidade do Estado do Pará (Uepa), na avenida Almirante Barroso, com a oferta de produtos nobres congelados, a exemplo do filé de dourada, filé de pescada amarela, bacalhau e camarão. Ao todo, serão mais de 100 toneladas só em Belém, um recorde.
UNIVERSITÁRIOS
Pela primeira vez, a ação da Semana Santa contará com o apoio das instituições de ensino, como a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e o Instituto Federal de Educação Tecnológica do Pará (IFPA), com a disponibilização dos alunos dos cursos para auxiliarem na organização da feira.
Dos oito pontos de venda em Ananindeua, o caranguejo a R$ 1 será ofertado na feira da Jaderlândia. No Ginásio do Abacatão, serão comercializados peixes congelados, peixes populares, peixe vivo, caranguejo e ostras (R$ 8 a dúzia). No município, serão disponibilizadas mais de 12 toneladas de pescado.
O peixe vivo será ofertado tanto em Belém quanto em Ananindeua por R$ 8,50 o quilo. A espécie será o tambaqui. As feiras acontecem ainda em mais 26 municípios, das 8h às 17h (ou até acabar o estoque), com exceção do ponto da Ceasa, em Belém, que tradicionalmente funciona de madrugada. (Diário do Pará)
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