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Banhistas “tiraram onda” no Mosqueiro

Tomar banho de praia sem sair da calçada foi a diversão de muitos banhistas na ilha de Mosqueiro durante o último final de semana, quando ocorreram as maiores cheias do ano, atingindo alturas de 3,8 metros no sábado de Aleluia e e 3,9 metros no domingo de

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Tomar banho de praia sem sair da calçada foi a diversão de muitos banhistas na ilha de Mosqueiro durante o último final de semana, quando ocorreram as maiores cheias do ano, atingindo alturas de 3,8 metros no sábado de Aleluia e e 3,9 metros no domingo de Páscoa.

Nem tão distante que não pareça logo ali, Mosqueiro é um destino democrático para moradores da Grande Belém, que buscam agito ou tranquilidade, para quem vai de carro ou para quem vai de ônibus.

“É perto, barato e perfeito para pessoas que, como eu, não gostam de praia com água salgada”, definiu a estudante Dayse Brabo, 23 anos, que juntamente com a prima Jessica Brabo, 18 anos, foram curtir na ilha o feriado prolongado.

O professor de matemática e física Moacir Farias, 58 anos, aproveitou o feriadão na “Moscou Paraense” para trabalhar com números, apenas para contar os peixes que pretendia pescar. Na praia Porto Artur, o professor se afastou da grande multidão porque “gosta de estar mais fora do agito para pescar em paz”.

As praias do Farol, Murubira e Chapéu Virado, como de praxe, foram as mais agitadas durante o feriadão, mas o sol não parecia estar com a mesma disposição da galera.

Mas com tempo nublado ou chuvoso, embaixo de guarda-sóis que viraram guarda-chuvas, na areia, nos bares ou na água, quem queria se divertir e relaxar em Mosqueiro no último final de semana parece ter conseguido.

“Não tivemos nenhum afogamento registrado. No máximo tivemos alguns cortes, provocados por garrafas quebradas, crianças perdidas, o que é comum ocorrer todos os anos”, avaliou o major Valtecir Pinheiro, do Corpo de Bombeiros. Segundo ele, a população parece ter respeitado a recomendação dada pela Defesa Civil para que os banhistas respeitassem a área de banho e evitassem que crianças e pessoas que não sabem nadar adentrassem a praia enquanto a maré estivesse muito cheia

Outra opção, muito utilizada, sobretudo, por pessoas que possuem carros, foram as praias do Marahú, Paraíso e Baía do Sol. Mais distantes do que as praias mais populares, esses locais são muito utilizados por pessoas que querem ver com mais calma as crianças brincando na praia.

“Eu gosto de vir pra cá porque aqui minha filha pode tomar banho com mais tranquilidade”, ressaltou a dona de casa Carla Amaral, 36 anos, enquanto via a filha pular as ondas da praia do Marahú com outras colegas.

BELÉM
Em Belém, a maré alta alagou alguns pontos já “tradicionais”: Boulevard Castilhos França, as avenidas Visconde de Souza Franco, Tamandaré, José Bonifácio esquina com a Bernardo Sayão, travessas XV de Novembro e Portugal e nas proximidades dos canais da cidade, como na Praça Magalhães, no bairro do Reduto. A maré alta, além de Belém e Mosqueiro, se fez presnete também em Salinas e Marudá, no fim de semana que passou. (Diário do Pará)

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