No último sábado (14), a Casa de Justiça e Cidadania do Pará recebeu dezenas de pessoas no mutirão para o reconhecimento de paternidade voluntária, por conta da campanha “Pai Presente”, do Conselho Nacional de Justiça.
“O mutirão é para pessoas que queiram fazer o reconhecimento voluntário ou que estejam dispostos a fazer o exame de DNA, nesse caso, são enquadrados no programa. Esse tipo de ação dispensa o meio judicial”, explicou a juíza Antonieta Mileo, coordenadora da Casa de Justiça e Cidadania.
Um levantamento do CNJ, feito em 2009, estima de 400 mil crianças não possuem registro de paternidade no Pará. Crianças como a filha de Flávia Fernandes, que há três anos tenta que o pai da menina faça o registro. “Tentei o acordo, mas ele não quis, fala que não vai registrar. Soube do mutirão e vim tentar. Se for preciso, quero até que seja feito o exame de DNA”, contou.
Independente do mutirão, a Casa de Justiça e Cidadania atende diariamente quem busca o reconhecimento voluntário. Para conseguir atendimento, é necessário levar os seguintes documentos: identidade, certidão de nascimento do filho, C
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar