Foi considerado tranquilo, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), o fluxo de veículos que voltaram a Belém depois do feriado do Dia do Trabalhador. No final da tarde de ontem, terça-feira (01), cerca de 50 carros passavam por minuto pela barreira da PRF em Ananindeua. Até às 17h30, quatro acidentes, sem vítimas fatais, tinham sido registrados pelo posto da PRF. Este número se refere somente aos 20 primeiros quilômetros da rodovia BR-316, que comporta o trecho mais violento do país que é o que fica entre o Entroncamento (Km 0) e Benevides (Km 12). Hoje, às 10 h a PRF divulgará o balanço final da Operação Trabalho 2012, com todos os números de acidentes e ocorrências registrados nas rodovias federais no Pará.
Até segunda-feira, 30, pelo menos duas pessoas morreram nas estradas federais, onde já se tinha registrado 39 acidentes. Ontem, o único ponto da BR-316 onde aconteceu um congestionamento foi próximo ao município de Marituba, no sentido Belém. De acordo com a PRF, o engarrafamento era pequeno e foi provocado por uma lombada que fica quase em frente ao conjunto Almir Gabriel. Ao todo, foram 440 agentes da PRF escalados para a fiscalização e policiamento nas rodovias federais durante a operação Trabalho 2012. A atenção maior foi dada para a BR-316, principalmente nos trechos entre o Entroncamento e Benevides e Castanhal e Santa Maria, onde acontece o maior número de acidentes. A operação Trabalho 2012 terminou às 0 h de hoje.
BRAGANÇA
Os comerciantes de Ajuruteua apostaram no feriadão e para atender a clientela, os donos de bares, restaurantes e pousadas abasteceram seus estabelecimentos para receber um número de pessoas que não correspondeu nem à metade. “A gente investiu em mais pessoas para atender durante o final de semana, compramos muito mais gelo, como costumamos fazer em alta temporada, mas o movimento foi decepcionante. Fraco mesmo”, revelou a vendedora Raimunda Pereira, de um restaurante e pousada na praia. Oito ônibus de pic-nic foram registrados pelo Demutran de Bragança em Ajuruteua. Segundo o Corpo de Bombeiros, apenas cerca de duas mil pessoas visitaram a praia até ontem. Mas teve gente que veio de longe do mar, só para fotografar o Atlântico.como a cineasta mineira Fabiana Leite. “Vim para conhecer a praia e fotografar, vislumbrando uma possível locação para um filme e fiquei maravilhada com tudo o que vi em Bragança, a começar pela cidade histórica, o rio que passa em frente, a floresta de mangue, os guarás e maçaricos em toda a área litorânea, além dos nove quilômetros de praia, que estava com pouquíssima gente, aspecto que contribuiu ainda mais para eu me sentisse no paraíso”, concluiu. (Diário do Pará)
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