Terminaram por volta de 14h30 de hoje (3) os depoimentos do sargento da Polícia Militar Roberto Soares Araújo e do cabo Cláudio Augusto de Souza Cabral, ao promotor de justiça militar Armando Brasil. O pedido de liberdade provisória dos PMs foi negado pela Justiça e eles continuarão presos.
Os PMs são acusados de forjar provas contra Eraldo de Oliveira e Rommonick Damasceno durante abordagem feita aos dois durante ação policial e exigir R$ 10 mil para não incriminá-los.
Segundo Armando Brasil, os acusados disseram, em depoimento, que foi marcado um encontro em frente a um Batalhão da Polícia Militar, situado na travessa Mauriti, ma que estavam no local inocentemente. "Os dois falaram que foram surpreendidos e que jogaram o dinheiro no colo deles", disse o promotor.
Ainda de acordo com o promotor, os policiais não souberam dar uma explicação plausível quanto à arma ilegal encontrada na viatura. (DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar